Entenda como a Eskiva Suplementos transforma capital em produção, produtos e receita, e conheça a lógica financeira apresentada pela empresa para sustentar seu modelo de crescimento e rentabilidade.
Para compreender a sustentabilidade da Eskiva Suplementos, é preciso olhar além da rentabilidade oferecida e entender o caminho percorrido pelo capital dentro da operação: produção, produtos físicos, distribuição, vendas e geração de receita.
Essa é uma pergunta natural para quem começa a conhecer a Eskiva Suplementos. Quando existe um modelo capaz de gerar rentabilidade ao participante, uma das primeiras dúvidas é justamente entender de onde vêm os recursos que tornam essa remuneração possível.
Para responder a essa questão, é necessário observar o funcionamento da empresa como um todo.
A Eskiva está inserida no mercado de suplementos e trabalha com uma estrutura que transforma capital em produção de mercadorias, distribuição e geração de receita através da comercialização de produtos físicos.
Dessa forma, o capital movimentado dentro do ecossistema passa a participar de uma atividade comercial. Existe uma cadeia econômica entre o momento em que os recursos entram na operação e o momento em que os produtos chegam aos canais de venda.
A sustentabilidade proposta pela Eskiva está ligada à capacidade de transformar capital em produtos com valor comercial e utilizar a diferença entre custo de fabricação e valor de distribuição para movimentar a operação.
Para entender o modelo, o primeiro ponto é perceber que o capital não é apresentado simplesmente como dinheiro que entra e permanece parado dentro da plataforma.
Uma parte dos recursos está associada à estrutura comercial e de distribuição, enquanto outra parcela é direcionada ao processo produtivo.
É esse capital destinado à produção que permite fabricar produtos que posteriormente podem ser distribuídos e comercializados.
Na prática, forma-se uma sequência:
Outro elemento importante para compreender essa estrutura é o segmento em que a Eskiva está inserida.
A empresa trabalha com suplementos alimentares e produtos relacionados ao universo esportivo, categorias que já possuem um mercado consumidor estabelecido.
Creatina, whey protein, pré-treinos, vitaminas e outros suplementos fazem parte da rotina de consumidores que buscam desempenho, nutrição e bem-estar.
Muitos desses itens ainda possuem uma característica especialmente importante para qualquer operação comercial: o consumo recorrente.
Diferentemente de um produto comprado uma única vez, suplementos são consumidos ao longo do tempo. Quando o estoque pessoal termina, surge naturalmente a possibilidade de uma nova compra.
Para tornar toda essa estrutura mais fácil de visualizar, podemos utilizar a Creatina Monohidratada Eskiva como exemplo.
A creatina é especialmente interessante para essa análise porque combina alguns elementos importantes: é um produto conhecido, possui grande procura no mercado esportivo e apresenta característica de consumo recorrente.
Isso faz com que ela seja um bom exemplo para demonstrar como um determinado volume de capital pode ser convertido em unidades físicas e, posteriormente, em receita de comercialização.
Isso não significa que a sustentabilidade do modelo dependa exclusivamente da creatina.
A mesma lógica pode ser aplicada a diferentes produtos sempre que exista uma relação favorável entre custo de fabricação, preço de distribuição e capacidade de venda.
Agora que já entendemos a lógica geral, podemos utilizar um valor simples apenas para visualizar a matemática com mais clareza.
Imagine que R$100 de capital estejam movimentando essa estrutura.
Utilizando os percentuais e custos divulgados pela Eskiva para explicar sua operação, esse valor pode ser dividido em duas partes principais.
O ponto importante está justamente nos R$76 que permanecem na operação produtiva.
É a partir deles que podemos visualizar como o capital começa a se transformar em mercadoria.
Considerando o custo de fabricação utilizado pela empresa para essa demonstração, uma unidade da creatina teria um custo aproximado de R$15,20 até o produto final.
Se existem R$76 destinados à produção, basta dividir esse capital pelo custo de cada unidade:
É aqui que acontece uma transformação importante.
Os R$76 deixam de representar apenas um saldo financeiro e passam a representar cinco unidades físicas de um produto com valor comercial.
A partir desse momento, a análise deixa de ser apenas sobre dinheiro e passa a envolver estoque, distribuição e vendas.
Fabricar o produto é apenas uma parte da operação. O próximo passo é colocá-lo dentro da cadeia de distribuição.
Para essa demonstração, podemos considerar o valor B2B de R$52 por unidade.
B2B significa uma negociação de empresa para empresa, como pode ocorrer em vendas para distribuidores, lojistas ou outros canais comerciais.
Com cinco unidades disponíveis, a matemática fica assim:
Dessa forma, um capital de produção de R$76 teria sido convertido em mercadorias com capacidade de gerar R$260 em receita bruta, considerando esses valores de produção e distribuição.
Agora a lógica fica muito mais clara.
Se olhássemos somente para a entrada de R$100 e para um resultado de R$200, seria difícil compreender de onde viria essa diferença.
Mas quando observamos o processo existente entre esses dois momentos, encontramos uma operação comercial.
Parte do capital participa da estrutura de distribuição. O restante financia a fabricação. A fabricação gera produtos. E os produtos, quando comercializados, geram receita.
Dentro da simulação que utilizamos, a comercialização das cinco unidades gera R$260 em receita bruta.
O elemento mais importante da conta é perceber que existe geração de receita entre a entrada do capital e o resultado final. O dinheiro passa por produção, transforma-se em produtos e retorna à operação através das vendas.
Uma pergunta que pode surgir nesse ponto é: como um produto que custa R$15,20 para ser produzido pode participar de uma operação em que o valor de distribuição utilizado é R$52?
Para entender isso, é importante lembrar que custo industrial e preço comercial são coisas diferentes.
Em diversos setores, o custo de fabricação representa apenas uma parte do valor final de um produto.
Em uma cadeia tradicional, ainda podem existir distribuidores, atacadistas, varejistas, campanhas publicitárias, comissões comerciais, operação logística e diversas outras despesas.
A proposta da Eskiva procura reorganizar parte dessa cadeia utilizando uma estrutura própria de distribuição.
Margem de lucro é importante, mas existe outro elemento fundamental dentro de qualquer operação de varejo ou distribuição: o giro.
Um produto pode possuir uma margem elevada e vender poucas unidades. Outro pode apresentar uma margem menor, mas sair do estoque continuamente.
Quando existe escala, produtos de alta procura e recompra podem desempenhar um papel muito importante na geração constante de receita.
É justamente por isso que a creatina funciona tão bem como exemplo.
Trata-se de um item bastante conhecido dentro da suplementação esportiva e consumido continuamente por muitas pessoas. Quando uma embalagem termina, existe a possibilidade natural de aquisição de uma nova unidade.
A creatina é apenas uma forma simples de visualizar a matemática.
O raciocínio pode ser aplicado a diferentes itens do catálogo.
Cada produto possui seus próprios custos, margens e velocidade de venda. Portanto, os números naturalmente podem variar de uma categoria para outra.
O conceito econômico, porém, permanece semelhante:
Produzir mercadorias não é suficiente para sustentar uma operação comercial. É necessário também ter capacidade de colocar esses produtos diante dos consumidores.
Por isso, a distribuição ocupa uma posição central dentro da estratégia.
A proposta da Eskiva considera diferentes possibilidades de presença comercial, permitindo que o produto possa circular por vários canais.
Quanto maior a capacidade de distribuição, maior também pode ser a velocidade com que os produtos deixam o estoque e são convertidos novamente em receita.
Quando juntamos todas essas peças, conseguimos compreender melhor a lógica de sustentabilidade apresentada pela Eskiva Suplementos.
O modelo possui uma atividade econômica por trás da movimentação do capital.
Os recursos podem financiar produção. A produção gera mercadorias. As mercadorias possuem valor de mercado. A distribuição conecta esses produtos aos canais de venda. E as vendas geram receita.
Isso cria um ciclo em que produção, margem, giro e distribuição trabalham de forma integrada.
A sustentabilidade não está baseada apenas na entrada de capital, mas na capacidade de converter esse capital em atividade comercial e transformar produtos em receita.
O exemplo dos R$100 serve apenas para tornar a matemática fácil de compreender.
Em uma operação real, naturalmente estamos falando de volumes maiores, diferentes produtos e vários canais de distribuição funcionando simultaneamente.
É nesse ponto que entra o conceito de escala.
Se uma determinada quantidade de capital consegue financiar um lote de produtos, um volume maior de capital pode ampliar proporcionalmente a capacidade produtiva.
Ao mesmo tempo, uma rede maior de distribuição pode ampliar o alcance comercial desses produtos.
Um dos pontos mais interessantes desse modelo é justamente a tentativa de conectar duas áreas que normalmente ficam separadas.
De um lado está a produção dos suplementos. Do outro, uma estrutura de pessoas e canais capazes de ajudar esses produtos a alcançar o mercado.
Quando essas duas pontas trabalham de maneira integrada, a própria rede deixa de exercer apenas uma função de divulgação e passa a fazer parte da estratégia de distribuição da marca.
Isso permite que parte do valor que em uma estrutura tradicional poderia ser direcionado a outros intermediários permaneça dentro do próprio ecossistema.
Embora existam diferentes elementos envolvidos, a lógica pode ser resumida de maneira bastante simples:
Entender a sustentabilidade da Eskiva Suplementos exige olhar para toda a operação e não apenas para o capital que entra ou para a rentabilidade apresentada ao participante.
Entre esses dois pontos existe uma engrenagem formada por produção, produtos físicos, distribuição e geração de receita.
O exemplo da creatina torna essa lógica especialmente fácil de visualizar: uma parcela do capital financia a fabricação, o dinheiro se transforma em unidades físicas e essas unidades possuem um valor comercial superior ao seu custo de produção.
Quando essa estrutura é combinada com produtos de demanda recorrente, diferentes canais de venda e capacidade de escala, fica mais simples compreender a lógica econômica que sustenta a proposta da Eskiva Suplementos.
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